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Mozilla anuncia correção de nove vulnerabilidades do Firefox

Category : Segurança

Das nove falhas, seis foram classificadas como “críticas”, indicando que hackers poderiam aproveitar para infectar as máquinas dos usuários.

A Mozilla anunciou, na última terça-feira (22/6), a correção de nove vulnerabilidades para o Firefox 3.5 e Firefox 3.6.

Seis das nove falhas foram classificadas como “críticas”, indicando que hackers poderiam utilizá-las para comprometer um sistema com o uso do navegador, ou, então, infectar a máquina com algum tipo de malware.

Na classificação, duas falhas foram indicadas como “moderadas”, enquanto apenas uma foi classificada de “baixo” risco .

Além disso, a empresa destacou que as novas correções de segurança para o Firefox 3.6.4, mantém o navegador em atividade mesmo que plug-ins populares apresentem algum tipo de problema.

“Os resultado de nosso programa de teste beta, para o Firefox 3.6.4, mostra uma redução significativa no número de acidentes por usuários que estão assistindo a vídeos ou jogando online”, disse o supervisor das versões do Firefox, Christian Legnitto, em um post do blog do Mozilla .

“Quando um plug-in trava ou congela durante o uso do Firefox, os utilizadores podem desfrutar de navegação ininterrupta, apenas com a atualização da página”, disse ele.

Além dos bugs no navegador, a Mozilla também relatou erros nos mecanismos JavaScript. No entanto confirmou que estas falhas não poderiam ser exploradas por hackers. 

Os usuários podem baixar a nova versão do Firefox 3.6.4 ou selecionar “Verificar  Atualizações” no menu Ajuda do navegador.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2010/06/23/mozilla-anuncia-correcao-de-nove-vulnerabilidades-do-firefox/

Microsoft corrige 15 falhas, incluindo bug crítico malicioso

Category : Segurança

A Microsoft liberou hoje (10/11) um pacote de correções para 15 vulnerabilidades dos sistemas Windows e Windows Server e dos aplicativos Excel e Word, incluindo um que provavelmente deverá ser explorado rapidamente por hackers.

Nenhum deles afeta o novo sistema operacional Windows 7.

As 15 falhas corrigidas pelas seis atualizações de segurança publicadas hoje correspondem a menos da metade do pacote recorde do mês passado, em que a Microsoft consertou 34 bugs em 13 boletins separados.

Das 15 falhas de hoje, três foram classificadas como “críticas” pela Microsoft. As 12 restantes foram tidas como “importantes”, que é o nível imediatamente anterior no sistema de quatro níveis de classificação adotado pela companhia.

Bug prioritário
Especialistas concordam que os usuários deveriam priorizar em primeiro lugar o MS09-065. Esta atualização, que é uma das críticas, afeta todas as versões do Windows que ainda têm direito a suporte, com exceção do Windows 7 e do Windows Server 2008 R2.

“A vulnerabilidade do núcleo do Windows é de longe a mais importante”, enfatiza Andrew Storms, diretor de Operações de Segurança da nCircle Network Security.

“Esta brecha pode usar o Internet Explorer como vetor de ataque, e este é um dos casos em que o usuário não será notificado nem questionado. Este é absolutamente um cenário de ataque drive-by”.

Richie Lai, que é diretor de Pesquisa em Vulnerabilidade na empresa de segurança Qualys, concorda. “Qualquer um que rode Internet Explorer (IE) está em risco aqui, mesmo considerando que a falha não está no navegador e sim no driver de modo kernel do Win32k”.

Três em um
Storms e Lai referem-se a um bug marcado como crítico no MS09-065, que na verdade menciona um trio de vulnerabilidades.

De acordo com a Microsoft, o núcleo do Windows interpreta de modo inadequado fontes do tipo Embeded OpenType (EOT), que são uma forma compacta de fontes feita para páginas web. As fontes EOT também podem ser usadas no Word e no PowerPoint.

Dessa forma, os hackers também poderiam lançar ataques anexando documentos maliciosos de Word e PowerPoint a mensagens de e-mail, que seriam enganosamente abertas pelos usuários.

Como alternativa à aplicação da correção, os usuários poderiam bloquear facilmente os ataques mais comuns via IE simplesmente desligando o suporte a fontes embutidas. “É um ajuste de baixo impacto”, explica Lai. “O pior que pode acontecer é que alguns sites poderão parecer feios.”

Mas quem seguisse seu conselho ainda deixaria o PC aberto para ataques via documentos maliciosos de Word e PowerPoint, uma questão que a Microsoft cobriu com o boletim de segurança.

Livre de erro
Como o Windows 7 e o Windows Server 2008 R2 não são alvo da atualização MS09-065, Storms e Lai entendem que a Microsoft identificou o bug antes que ele pudesse permanecer embutido no código final, ou na versão RTM (Release To Manufacturing), do sistema operacional, e só agora tomou providências para tapar as brechas nos sistemas Windows 2000, XP e Vista e no Server 2003 e 2008.

“É provavel que o Windows 7 Release Candidate(RC) seja vulnerável”, disse Storms, lembrando que é política da Microsoft não lançar atualizações de segurança para versões prévias de um sistema operacional depois que a versão final é liberada.

“É por isso que não se vê a Microsoft consertando o Windows 7 RC ou Beta”, disse Storms. “Qualquer um que ainda rode a RC deveria tomar jeito e migrar para a RTM”.

Mas enquanto Storms crê que a Microsoft sabia que a falha da fonte EOT era questão de segurança e esperou até agora para consertar Windows mais velhos, Lai defende a tese de que até recentemente a Microsoft não tinha ideia que o problema atingia também os Windows anteriores ao 7.

“Eu acho que eles consertaram esse bug como parte da sanitização de código durante o ciclo de desenvolvimento (do Windows 7). Só recentemente isso tornou-se público, e então eles consertaram os outros Windows.”

Reconhecimento público
A Microsoft reconhece que a informação sobre a vulnerabilidade da fonte EOT se tornou pública antes do lançamento da correção de hoje.

“Nosso relatório inicial foi fornecido sob divulgação restrita, mas essa vulnerabilidade foi divulgada abertamente mais tarde por uma entidade independente”, afirma o aviso que acompanhou o boletim.

Storms acha que os hackers vão explorar a vulnerabilidade da fonte EOT rapidamente.

“É algo que merece ser acompanhado nas semanas que virão, não apenas porque é novidade, mas também porque a falha pode ser explorada por meio do IE, que é um caminho fácil, bem como através de documentos Word e PowerPoint”, disse.

A Microsoft também lançou atualizações críticas para o Vista e o Server 2008, e para o Windows 2000 Server.

Nesse último, o problema é um bug na implementação do License Logging Server, uma ferramenta projetada originalmente para ajudar no gerenciamento de licenças de acesso cliente-servidor (CAL).

Storms recomenda que os usuários desses sistemas apliquem com urgência a correção, mesmo se suas máquinas forem supostamente bem protegidas.

“O Windows 2000 Server tem o login do servidor habilitado como padrão, mas sistemas desse tipo normalmente estão atrás de múltiplos firewalls, e as pessoas que rodam Windows 2000 sabem que se trata de uma versão antiga e vão agir de acordo.”

Windows e Mac
Excel e Word também receberam atualizações hoje. Oito vulnerabilidades foram consertadas no Excel pelo MS09-067 e uma no Word pelo MS09-068. Ambas as atualizações também afetam as edições Office 2004 e Office 2008, para Mac.

“Esses são o tipo de vulnerabilidade de formato de arquivo que nós já vimos muitas vezes no passado”, disse Storms, lembrando em seguida que os bugs comprometem os formatos binários mais antigos e não os novos formatos baseados em XML que estrearam no Office 2007 para Windows e no Office 2008 para Mac.

As atualizações de segurança deste mês podem ser baixadas e instaladas via Microsoft Update e Windows Update, bem como por meio dos serviços Windows Server Update.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2009/11/10/microsoft-corrige-15-falhas-incluindo-bug-critico-malicioso/

Adobe lança pacote de correção de erros do Shockwave Player

Category : Segurança

A desenvolvedora de softwares Adobe lançou uma atualização para cinco vulnerabilidades no Shockwave Player que deve ser instalada em cerca de 450 milhões de computadores.

A atualização é considerada crítica, a classificação mais severa feita pela empresa. A vulnerabilidade afeta a versão 11.5.1.601, assim como anteriores. A companhia recomenda que os usuários usem a versão 11.5.1.602.

Quatro dos problemas podem permitir que um cracker execute códigos maliciosos em um computador, enquanto o quinto pode levar a uma condição de negação de serviço, ou denial-of-service (DoS), disse a Adobe no boletim oficial.

Vulnerabilidades em aplicativos de terceiros são alvos comuns de crackers. Erros em sistemas operacionais como o Windows se tornaram menos constantes, então os crackers tiveram que procurar outras formas de tomar controle de computadores.

Programas da Adobe são habituais alvos por serem populares. Aplicativos como Flash, Acrobat e Reader são frequentemente explorados para invasão de computadores.

Reconhecendo o problema, a Adobe anunciou em maio que lançaria atualizações trimestrais para o Acrobat e o Reader no mesmo dia que a Microsoft lança pacotes de correção.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2009/11/04/adobe-lanca-pacote-de-correcao-de-erros-do-shockwave-player/

Sites mais perigosos da web têm 18 mil ameaças hospedadas

Category : Malwares, Segurança

Estudo feito pela Symantec, que elegeu os 100 sites mais contaminados da rede, aponta que 48% das páginas são de conteúdo pornográfico.

Os 100 sites com maior número de códigos maliciosos têm, em média, 18 mil ameaças hospedadas, segundo estudo da empresa de segurança Symantec divulgado na quarta-feira (19/8).

O levantamento “Dirtiest Web Sites of Summer 2009” é relativo ao mês de agosto e aponta que a média de ameaças em todos os sites da web rastreados pelo serviço Norton Safe Web é bem inferior – apenas 23 códigos maliciosos.

A Symantec aponta ainda que 40 dos 100 sites mais infectados possuem mais de 20 mil ameaças. Além disso, 48% das páginas mais ‘sujas’ da web são pornográficas, e 75% dos sites distribuíram malwares por mais de seis meses.

Os vírus são a ameaça mais comum nas páginas. Em seguida, estão riscos de segurança – relacionados a vulnerabilidades no PC do usuário – e downloads de códigos não solicitados.

O Norton Safe Web analisa uma rede de 20 milhões de integrantes da Norton Community Watch, composta por clientes que identificam novas ameaças, analisadas em seguida pela Symantec.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2009/08/20/sites-mais-perigosos-da-web-tem-18-mil-ameacas-hospedadas/

10 erros elementares de segurança que ainda são cometidos

Category : Segurança

Um olhar sobre a segurança dos ambientes corporativos mostra que os administradores de rede continuam cometendo muitos erros fáceis de serem evitados.

Em 2008, A empresa Verizon analisou 90 brechas de segurança responsáveis por 285 milhões de registros de dados comprometidos, graças a roubo de informações. O que é mais surpreendente é que as brechas ocorreram porque as empresas esqueceram de tomar todos os passos para garantir a segurança dos sistemas, ou seja, os responsáveis pelas redes não conseguem fazer o básico.

Para tentar evitar ao máximo cometer os mesmos erros comuns, a Verizon ajudou a reportagem a elaborar uma lista com os 10 erros mais elementares e como evitá-los. Confira:

1 – Falta de mudança nas senhas de todos os dispositivos de rede
Chega a ser inacreditável a frequência com a qual as corporações acabam deixando senhas-padrão em alguns dos equipamentos de rede. Líderes de tecnologia às vezes nem tomam conhecimento disso, mas o fato é que muitos funcionários não prestam atenção a este elemento básico.

Para evitar o problema, a empresa precisa varrer cada dispositivo da rede que possua endereço IP, não somente os sistemas críticos de internet, e alterar as senhas-padrão. De acordo com estudo da Verizon, mais da metade de dados corporativos que sofreram problemas por falta de segurança no ano passado foram vítimas de senhas deste tipo.

2 – Compartilhamento de senhas entre dispositivos de rede múltiplos
Os departamentos de tecnologia da informação têm o péssimo hábito de usar a mesma senha para diversos dispositivos. Com isso, muitas pessoas tomam conhecimento da senha, que deixa de ser segura quando isso acontece - por mais complicada que seja. É só imaginar que, caso uma senha seja descoberta por um hacker, todo o sistema estará em suas mãos.

Para evitar esse problema é necessário um processo – de preferência automático – que garanta que as senhas não sejam compartilhadas e, além disso, sejam trocadas regularmente.

3 – Falhas no tratamento do código SQL
Uma das formas mais comuns de hackear sistemas, representando 79% dos ataques, é a inserção de códigos SQL em formulários web para atingir os bancos de dados escritos nessa linguagem. Resolver isso é muito simples, embora 90 a cada 100 servidores corporativos estejam vulneráveis aos ataques, segundo a Verizon. Basta aplicar firewalls que “filtram” as entradas em formulários e restringir o acesso de dispositivos não essenciais aos servidores. Assim, a companhia previne que um hacker ganhe acesso total ao sistema por meio de um erro de codificação SQL.

4 – Problemas na configuração da lista de controle de acesso
Segmentar a rede utilizando listas de controle de acesso é a forma mais simples de garantir que o sistema se comunique somente com outros sistemas necessários e seguros. Se você permite que seus parceiros de negócios acessos dois servidores na sua rede por meio do VPN, por exemplo, você deve usar listas de controle de acesso para garantir que somente esses dois servidores sejam acessados.

No entanto, a falta de um uso adequado dessas listas é responsável por uma boa parcela de ataques a redes corporativas. Caso o hacker consiga entrar na rede de seu parceiro e os seus servidores não tiverem a proteção adequada, todos os dados de seus negócios também ficarão disponíveis.

5 – Uso de acesso remoto e softwares de gerenciamento sem segurança
Programas de acesso remoto e pacotes de software de gerenciamento como PCAnywhere, Virtual Network Computing (VNC) e Secure Shell (SSH) são caminhos para a entrada de hackers no seu sistema. Frequentemente, esses softwares podem carecer de medidas básicas de segurança, como boas senhas.

A forma mais simples de encontrar o problema é fazer uma varredura externa em todo o seu endereço IP para procurar tráfego desses tipos de softwares. Uma vez encontrado, o profissional deve tomar medidas extras de segurança, como tokens ou certificados que se somem às senhas.

6 – Falta de testes em aplicações não-críticas para buscar vulnerabilidades básicas
A maioria das vulnerabilidades está nas aplicações web, que, por isso, concentram a maior parte das atenções dos administradores de rede. O problema é que os erros permanecem em sistemas não-críticos, que acabam permanecendo cheios de falhas.

No entanto, para garantir uma estrutura segura, os testes devem ser realizados em todas as aplicações, abrangendo pelo menos as vulnerabilidades básicas. É bom lembrar que hackers não elegem necessariamente as aplicações mais críticas, mas escolhem os ataques na ordem do que é mais fácil.

7 – Falta de proteção contra malwares
De acordo com a Verizon, malwares instalados em servidores são responsáveis por cerca de 38% de todas as brechas de segurança. A maioria deles é instalada por ataques remotos e utilizados para sequestrar dados. O problema é que os softwares para varrer este tipo de ameaça roda somente nos servidores críticos. O ideal é vasculhar toda a estrutura da corporação.

8 – Falha em configurar os roteadores para proibir tráfego externo
Uma das formas populares de malware envolve a instalação de um backdoor ou command shell em um servidor. Uma das formas de evitar que o hacker tire vantagem de uma aplicação como essa é usar a lista de controle de acesso. Dessa forma, o administrador pode prevenir os servidores de enviarem tráfego que não deveria ser enviado. Um exemplo é um servidor de e-mail: ele deve enviar somente tráfego de e-mail.

Outra opção é configurar os roteadores para o modo de bloqueio de saída de dados, permitindo que você configure as exceções e tenha certeza de que nada indevido está vazando. Essa é uma configuração trivial, mas que é adotada somente por 2% das companhias, segundo a Verizon.

9 – Falta de conhecimento sobre onde dados críticos estão armazenados
A maioria das empresas acredita saber a localização dos dados críticos, como cartões de créditos, CPFs e outras informações pessoais de clientes, adotando nesses servidores os níveis de segurança mais altos. No entanto, esses mesmos dados podem estar em um arquivo de backup, em outro departamento.

Normalmente são os servidores secundários que deixam vazar informações altamente confidenciais. Uma forma fácil de evitar esse problema é instalar programas farejadores na rede para encontrar dados críticos expostos e desenvolver uma política para definir para onde eles vão.

10 – Falta de atenção aos padrões de segurança da indústria de pagamentos
A indústria financeira tem uma série de regras que, bem seguidas, podem garantir padrões de segurança necessários para dados de pagamentos. Se as companhias seguirem à risca essas regras, conseguirão reduzir significativamente as chances de terem grandes prejuízos.

Fonte: http://computerworld.uol.com.br/seguranca/2009/07/10/10-erros-elementares-de-seguranca-que-ainda-sao-cometidos/

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