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Artigo: Conhecendo as Ameaças de Segurança Ola pessoal, Acabei de publicar o artigo Conhecendo as Ameaças de Segurança. Consulte em: www.guiacissp.com.br/index.php/conhecendo-as-ameacas-de-seguranca Saiba como proteger o seu computador contra os Malwares no artigo Como manter seu computador atualizado e seguro. Luciano Lima [MVP Enterprise Security]-[MCSA Security]-[MCSE...

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Scam Oferece iPad Gratuito para Usuários do Twitter... Internautas alegaram que tiveram suas contas invadidas e usadas para enviar o mesmo spam para os seus amigos na rede. Na última quarta-feira (25/8), o Twitter alertou os usuários sobre um scam que está sendo divulgado pela rede social. Enviado pelo item "Direct Messages", a mensagem oferece gratuitamente um iPad, da Apple, para...

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YouTube Tem Quase Três Milhões de Páginas Falsas Páginas são encontradas buscando o termo "Hot Video" e podem direcionar usuários para downloads de falsos antivírus. O Google tem quase três milhões de páginas falsas indexadas ao YouTube e que representam um risco à segurança dos usuários, já que elas podem induzi-los a baixar falsos antivírus. A descoberta foi feita pela...

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Google corrige dez vulnerabilidades do navegador Chrome Entre as falhas, duas poderiam ser exploradas por arquivos maliciosos, incluindo imagens no formato SVG e arquivos do tipo MIME. A Google corrigiu na última quinta-feira (19/8) dez vulnerabilidades no navegador Chrome. De acordo com as avaliações de segurança da companhia, sete das falhas foram consideradas de nível alto e uma...

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Regra de segurança número um: considere-se hackeado

Category : Segurança

Assumir que os sistemas da empresa tenham sido invadidos é o primeiro passo para a adoção de políticas efetivas de segurança de dados.

Um artigo recente da revista Forbes aconselhou aos leitores assumir que as empresas para as quais trabalham já foram hackeadas. Alguns leitores têm pedido minhas considerações a respeito, e eis o que penso: o artigo pode até ter exagerado no tom, mas no fim das contas a proposição é bastante apropriada. Boa parte das empresas são ativamente hackeadas e seus dados confidenciais são roubados e repassados a terceiros.

Há os que dirão que tais afirmações são imprecisas e sem fundamento, e se perguntarão onde estão as provas que lhes serviriam de base. É verdade. Não há dados ou pesquisas que sustentem a conclusão. Levantamentos e entrevistas só podem medir os incidentes de segurança conhecidos; é difícil medir os desconhecidos. Mas, no último caso, sobram evidências circunstanciais.

Não posso dizer quando isso ocorreu. Mas, no decorrer dos últimos dois ou três anos, me dei conta de que todas as companhias nas quais trabalhei foram hackeadas. E esse sentimento vai além da minha própria experiência pessoal. Pergunte a qualquer consultor de segurança da informação que tenha contato com uma boa base de clientes e eles lhe dirão a mesma coisa: “Sim, toda empresa é hackeada!”.

Mas o nível da invasão pode diferir entre as empresas de diferentes tamanhos. Toda empresa é invadida no sentido que elas provavelmente têm um ou mais computadores onde estão instalados algum programa malware, zumbi ou Trojan.

Alvo de interesse
Se a empresa tem tamanho que desperta interesse ou atua numa indústria que depende de dados extremamente valiosos (por exemplo, uma que concorra com empresas estrangeiras, escritórios de advocacia, ou indústrias militares), é bem provável que um hacker malicioso tenha instalado vários programas do tipo backdoor e enviado lotes de dados sigilosos para outros locais.

Nas grandes empresas que visitei, os hackers chegaram a configurar programas que procuravam automaticamente por novos arquivos e pastas e enviavam para o site remoto apenas as informações alteradas. Essas empresas mal sabiam que tinham um serviço de “backup offsite”.

Toda empresa com a qual lidei tinha dúzias de grandes vulnerabilidades de segurança. Os empregados de TI com os quais conversei admitiam que as defesas das empresas nas quais trabalhavam eram aplicadas de modo irregular e que sabiam de buracos de segurança muito maiores, que nem eu havia encontrado em minha limitada pesquisa. Raramente essas questões de segurança são novidade; a maioria tem vários anos e são bem conhecidas pelos gerentes de TI.

Há uma chance de que sua empresa não tenha sido hackeada. Mas, no ambiente hiperativo do crime cibernético da atualidade, isso é improvável. Se você ainda não foi hackeado, ou é extremamente bom (com uma gestão perfeita de suporte e recursos) ou sortudo.

O que fazer
Então como isso deveria afetar seu comportamento e suas táticas? Primeiro, e apesar de parecer estranho, provavelmente não será uma má ideia avisar o gerenciamento sênior de TI desse risco, isso se você já não o tiver feito. Se eles reagirem mal, mostre a eles este texto (ou o artigo da Forbes), e faça uma lista das principais questões de segurança que há anos permanecem abertas na empresa.

Segundo: o melhor jeito de prevenir invasões é travar as estações de trabalho e os servidores e permitir que apenas software pré-aprovado rode neles. A maioria dos departamentos de TI não tem ideia sobre o que roda em todos os computadores sob seu controle. Use um programa de inventário de software ou de controle de aplicativos para se informar sobre o que está em uso, revise cada programa ativo, aprove o que seja necessário e impeça o resto de funcionar. Se você não puder tomar essa medida, então a batalha estará provavelmente perdida – mas há outras ações que poderão ser seguidas, embora menos efetivas.

Uma das principais técnicas consiste em monitorar ativamente o tráfego da rede e buscar por grandes quantidades de dados sendo transferidas para destinos desconhecidos, ou entre computadores que não deveriam ter comunicação entre si. É bastante comum que os hackers copiem dados internamente para um computador centralizado antes de comprimi-los e enviá-los a um local externo. Há muitas ferramentas, bem como produtos que previnem e detectam vazamento de dados, que podem ajudá-lo com essas tarefas de mensuração e alerta.

Como sempre, sou grande fã de computadores “honeypot”, que ficam num canto, sem fazer nada, esperando alertá-lo quando alguém inadvertidamente tenta fazer logon. Os hackers podem ser bons, mas ainda estou para encontrar um que, antes de usar suas técnicas de invasão, não tente pelo menos um logon.

Isca falsa
Algumas empresas introduzem, em suas redes, conjuntos de dados apenas para chamar a atenção, para que possam ajudá-los depois na identificação de dados que possam ter vazados pra fora da empresa. Algumas vezes isso é tão simples quanto criar alguns endereços falsos de e-mail que nunca serão usados. Outros esquemas chegam ao ponto de criar registros de dados, projetos e até empresas completamente fictícias.

Uma das empresas para as quais trabalhei atuava no ramo de pescados. Seus bancos de dados internos continham um cliente inexistente, porém completamente documentado. A empresa fictícia recebeu um número de telefone sem uso (registrado em nome da empresa-pai) e um endereço que pertencia a uma de suas subsidiárias. Mas nenhuma dessas informações existiam fora do ambiente interno de TI da minha cliente.

Um dia, a empresa falsa começou a receber e-mails e chamadas telefônicas de uma concorrente da companhia de pescados. O caso foi investigado e, no processo, eles descobriram um sofisticado e singular programa Trojan que havia sido instalado em seu principal servidor de banco de dados. O programa tinha estado lá por tanto tempo que o pessoal de TI já o tinha incluído na “imagem dourada” – a cópia utilizada internamente para a criação de servidores de bancos de dados. Agora eles têm um sólido controle de mudanças e uma lista de todos os programas rodando em cada servidor e estação de trabalho.

Mesmo se não tiver sido hackeado de verdade, você deveria agir como se tivesse e, dessa forma, decidir o que faria de diferente para combater os hackers. No fim, é o que todos acabaremos por fazer um dia.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2010/07/14/regra-de-seguranca-numero-1-considere-se-hackeado/

Hacker que invadiu contas de Obama e Britney no Twitter é condenado

Category : Segurança, Twitter

A justiça da França condenou na  noite desta quinta-feira (24) a cinco meses de liberdade condicional o jovem francês acusado de invadir as contas do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e da cantora Britney Spears, em 2009.

François Cousteix, de 23 anos, mostrou-se aliviado com a pena e não apelará da decisão do Tribunal de Clemont-Ferrand.

A sentença, no entanto, é mais dura que a solicitada pelo Ministério Fiscal, que havia pedido apenas dois meses de pena por um delito que poderia ter custado até dois anos de prisão ao hacker. Cousteix também invadiu a conta de Evan Williams, criador do Twitter.

O jovem, que tem diploma de formação profissional em Eletrônica, se defendeu diante do Tribunal alegando que não tinha destruído nada e que seu delito foi uma “ação preventiva para alertar os internautas” sobre a escolha de suas senhas de acesso.

Em algumas ocasiões, não é necessário hackear a conta na rede social, basta fingir que se esqueceu da senha e responder a uma pergunta de segurança, que pode ser tão óbvia como a cidade de nascimento do titular ou o nome de seu animal de estimação.

Cousteix foi detido em 24 de março deste ano pelas polícias francesa e americana especializadas em crimes na internet.

Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2010/06/hacker-que-invadiu-conta-de-obama-e-britney-no-twitter-e-condenado.html

Hacker cria ferramenta para invadir caixas eletrônicos remotamente

Category : Segurança

Barnaby Jack, que foi proibido de mostrar suas descobertas no ano passado, por pressão de fabricantes, promete revelá-las na conferência Black Hat

Um ano após ter sido proibido de fazer uma apresentação durante a conferência de segurança Black Hat sobre seguranças de ATMs (mais conhecidos no Brasil como caixas eletrônicos), o especialista Barnaby Jack deve finalmente falar sobre o tema na edição deste ano do evento.

E terá mais novidades. Ele promete apresentar no evento, que acontecerá nos dias 28 e 29 de julho, em Las Vegas (EUA) um novo rootkit (ferramenta que tem como objetivo camuflar e garantir a ação de programas nocivos) multiplataforma para caixas eletrônicos.

Jack, que agora atua como uma espécie de “hacker do bem”, pretende mostrar várias forma de atacar ATMs, inclusive de maneira remota, via rede. Ou seja, não é necessário que o criminoso vá ao local do equipamento para invadir o sistema. O especialista também abordará o que o setor bancário precisa fazer para proteger seus equipamentos desse ataque.

Jack foi proibido de expor essas informações no ano passado por seu “patrão” na época, a Juniper Networks, que obrigou o especialista a retirar o tema de sua pauta, por conta de reclamações recebidas por parte dos fabricantes de caixas eletrônicos.

A indústria desse setor temia que as informações divulgadas fossem utilizadas de maneira incorreta. Para evitar essa “censura”, Jack trocou de emprego no mês passado. Agora ele é diretor de pesquisas na área de segurança da companhia IOActive.


Atualmente, os caixas eletrônicos já podem ser “hackeados”, mas de uma maneira diferente da que é feita pela Internet. Os bandidos costumam instalar equipamentos que capturam os dados dos cartão. E com o uso de uma câmera escondida, furtam as senhas do usuário.  Com isso, clonam os cartões e sacam dinheiro das contas.

Segundo o especialista, no ano passado ele ia abordar apenas um tipo de caixa eletrônico. Para este ano, pretende falar sobre pelo menos três modelos, de grandes fabricantes.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2010/05/06/hacker-cria-ferramenta-para-invadir-caixas-eletronicos-remotamente/

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