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Empresa vendia dados sigilosos pela Internet

Era possível adquirir o endereço, os telefones, inclusive celular, e os contatos de pessoas próximas e a renda presumida. As informações viriam de órgãos oficiais.

Assista a reportagem no link abaixo:

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1073761-7823-MP+INVESTIGA+VENDA+DE+DADOS+SIGILOSOS,00.html

Uma investigação do Ministério Público de São Paulo pôs em xeque a divulgação e a venda de dados pessoais sigilosos, uma prática ilegal, que se espalha pela internet. Veja na reportagem de Alan Severiano.

Os policiais vieram dar apoio aos promotores que investigam quebra de sigilo. O alvo é a AP Informação, que funciona em um prédio e mantém uma página na internet. Para entrar, basta pagar R$ 25 por mês, mais uma taxa por consulta. O próprio site dá um exemplo, com dados fictícios.

Digitando apenas o CPF de alguém, é possível descobrir o endereço, os telefones, inclusive os celulares, e os contatos de pessoas próximas e a renda presumida. Também se pode saber que carro a pessoa tem, a placa, o Renavam, o chassi e o ano de fabricação.

Na manhã desta sexta-feira, um funcionário da AP disse de onde vêm as informações. “A origem do dado para a gente são fontes do Detran. Uma empresa que é conveniada a eles.” A empresa oferece ainda dados sobre cheques sem fundos, pendências, protestos.

- E como é que vocês conseguem essas informações sobre cheques?

- É do Banco Central.

- Mas vêm direto do Banco Central?

- Não, é também uma empresa terceirizada que passa informação pra gente.

Segundo a AP, os principais clientes são empresas de cobrança, instituições financeiras, advogados e comerciantes que fazem dois milhões de consultas por mês. Por telefone, o funcionário acrescentou que Policiais Civis de São Paulo e do Rio de Janeiro.

“Nós temos grandes clientes, o DEIC, a Polinter, são empresas de segurança, segurança pública que utilizam o nosso sistema. Delegados, diversas delegacias são clientes nossos”.

Durante a investigação, os promotores se tornaram clientes da empresa. Eles constataram que era mesmo possível acessar informações sigilosas de qualquer um, inclusive de pessoas famosas, como jogadores de futebol, e de autoridades do Executivo, do Legislativo e do Judiciário.

Os promotores imprimiram os dados sobre eles mesmos e enviaram ao juiz que, diante da força da prova, autorizou a busca e apreensão de material. Nos arquivos de computador apreendidos, os promotores esperam encontrar o nome de quem forneceu, e de quem comprou os dados da empresa.

“São dados protegidos e somente disponibilizados mediante autorização judicial. Parte desses dados atinge não só a intimidade, como também viola as restrições do sistema financeiro, chegando inclusive à segurança de autoridades dos três Poderes, que inclusive gozam de proteção oficial e se encontram absolutamente vulneráveis”, disse o promotor de Justiça, Luiz Henrique Dal Poz.
Desde a operação da promotoria, o site da AP Informação não aceita novos clientes. Em depoimento, o dono da empresa disse que não sabia que exercia uma atividade considerada ilegal.

O Banco Central informou que não faz levantamentos sobre cheque sem fundos. No Rio de Janeiro, a Polinter declarou que não precisa do serviço de empresas particulares, porque os policiais têm senhas que dão acesso às informações oficiais sobre qualquer cidadão.

O DEIC, que combate o crime organizado em São Paulo, também afirmou que trabalha dentro da legalidade. E o Detran de São Paulo declarou que todos os dados são mantidos em ambiente seguro. E que espera que a investigação diga de onde partiam as informações.

Fonte: http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1218254-10406,00-EMPRESA+VENDIA+DADOS+SIGILOSOS+PELA+INTERNET.html

McAfee lança ferramenta que protege navegação de crianças na web

Férias, crianças em casa, garotada com muito tempo para navegar na internet. Você fica tranquilo sobre os sites acessados por seus filhos? Pois há ferramentas que permitem controlar a navegação dos pequeninos, como a Family Protection, lançada nesta quinta-feira (2/7) em português pela McAfee.

A ferramenta é um download de apenas 6 Megabytes (MB) e, segundo a empresa, permite monitorar as atividades online dos filhos, evitando o acesso a conteúdos que podem ser inadequados, seja em conversas via programas de mensagens instantâneas (Instant Messaging), e-mail, navegação na internet ou via download.

Com ele é possível criar perfis limitando o tempo de uso e o que pode ser acessado, gravar conversas em  comunicadores instantâneos, restringir arquivos baixados e estabelecer filtros por tema, entre outras coisas.

O novo software custa 99 reais (para três usuários) e roda nos sistemas operacionais Windows XP  ou Vista com o pacote de atualizaçõs Service Pack 2 (SP2), 128 MB de memória RAM e navegador Internet Explorer ou Firefox. O programa está disponível no site http://br.mcafee.com .

Saiba mais sobre o controle de atividades na web na reportagem Fique ligado no que as crianças fazem ao usar a internet.

Fonte:  http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2009/07/02/mcafee-lanca-ferramenta-que-protege-navegacao-de-criancas-na-web/

iPhone fica vulnerável a ataques após desbloqueio por usuário

Disposto a “destravar” seu iPhone? Pois sabia que um especialista em segurança afirma que o chamado jailbreak (processo que abre o celular para aplicativos não reconhecidos pela Apple) deixa o aparelho mais vulnerável a ataques, pois desabilita a maioria das proteções originais.

A afirmação é de Charlie Miller, conhecido por vasculhar produtos da Apple em busca de falhas de segurança.  Ele já ganhou por dois anos seguidos o concurso CanSecWest, no qual computadores são invadidos em poucos minutos.  “Se você se preocupa com a segurança do aparelho, não faça o jailbreak”, afirma ele.

Miller fez a declaração durante a conferência SyScan, que acontece em Cingapura. Segundo o especialista, o processo remove cerca de 80% dos recursos de proteção do aparelho, tornando-o muito mais vulnerável. Ele afirma que a versão do sistema operacional utilizada pelo iPhone (sem alterações) é mais segura que o Mac OS X utilizado nos desktops ou notebooks, por exemplo. 

Isso se deve ao fato de que várias capacidades  presentes na versão para Mac do sistema não fazem parte do software para iPhone, como suporte a Java e Flash. Além disso, o celular da Apple também não suporta recursos contidos em arquivos em PDF (responsáveis por várias vulnerabilidades do Mac OS X). Com isso, os crackers têm poucas vulnerabilidades a explorar, segundo Miller.

Para completar, os iPhones com software original são limitados a rodar aplicativos que foram aprovados pela Apple, o que significa que um cracker não pode simplesmente instalar e executar seu software no celular. E o iPhone tem proteções de hardware para os dados armazenados em sua memória.

Há dois tipos de desbloqueio do iPhone: o que permite fazer o aparelho funcionar com qualquer operadora e o já explicado jailbreak.

Adotado por muitos usuários com maior conhecimento do aparelho, esse procedimento polêmico amplia o leque de opções de softwares e operadoras, mas também pode tornar o smartphone mais lento, além de fazer o celular travar com maior frequência.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2009/07/02/iphone-fica-vulneravel-a-ataques-apos-desbloqueio-por-usuario/

MVP Renovado Enterprise Security 2.0

Ola pessoal,

 Recebi hoje a confirmação de renovação do título de MVP em Enterprise Security. Com essa renovação estou indo para a marca de 5 MVPs consecutivos, sendo 3 em Windows Server e 2 em Enterprise Security.
 
Gostaria de agradecer primeiramente a Deus por tudo que ele tem feito em minha vida. Em segundo lugar a minha esposa Ale que tem me apoiado e tem sido super compreensiva nas horas que precisei deixá-la para escrever artigos e responder dúvidas nos fóruns. Aos meus amigos e a todos que tem me apoiado desde o início.

 
 Um abraço para todos.

Inauguração do Fórum GUIA MCSE

Ola pessoal,

Estou inaugurando hoje o Fórum GUIA MCSE. Nele você poderá discutir e tirar dúvidas sobre as certificações Microsoft.

Acesse agora mesmo o site www.guiamcse.com.br/forum e faça seu cadastro em menos de 2 minutos totalmente gratuito.

Espero ver você lá.

Luciano Lima
[MVP Enterprise Security]-[MCSA Security]-[MCSE Security]